Infográficos - Exercício:
Olharecifense
quinta-feira, 24 de abril de 2014
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Igrejas Recifenses
Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento de Santo Antônio
| A Igreja está localizada no Praça da Independência, no Bairro de Santo Antônio Crédito: Vanessa Oliveira |
| A fachada da Igreja é construída no estilo barroco, com rica ornamentação Crédito: Bianca Luna |
Igreja de São Pedro dos Clérigos
| A Igreja fica no Pátio de São Pedro, Bairro de Santo Antônio. A construção da igreja começou em 1728, mas templo só foi consagrado 54 anos depois, em 1782 Crédito: Vanessa Oliveira |
| Crédito: Bianca Luna |
| O Pátio é palco de vários show e há cincos anos abriga “Parabéns Pra Gonzagão”, homenagem a Luiz Gonzaga, ícone da cultura pernambucana Crédito: Vanessa Oliveira |
| Crédito: Bianca Luna |
| Por estar situada num dos centro scomercias da cidade, o local é visitado diariamente por vários fies que estão fazendo compras Crédito: Bianca Luna Crédito: Vanessa Oliveira |
| A Igreja igreja possui linhas clássicas coloniaisCrédito: Bianca Luna |
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Museus de Recife
Recife é um museu a céu aberto. Suas ruas e pontes foram cenários de acontecimentos importantes na história do país. Mas além de contar com esses espaços que, por si só, narram parte do passado de Pernambuco e do Brasil, a cidade ainda possui cerca de 20 museus. Alguns têm cunho histórico, como o Memorial de Justiça do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), outros são em homenagem a alguma personalidade, a exemplo O Memorial Luiz Gonzaga, no Pátio de São Pedro, bairro de São José. E ainda há os de cunho artístico como o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MMAM), na rua da aurora, bairro da Boa Vista.
De acordo com historiador José Armando, os museus são importantes já que possibilitam formas diferenciadas de se abordar os assuntos. “A ida a um museu estimula a aprendizagem de maneira dinâmica. Nesse espaço, as descobertas acontecem espontaneamente enquanto o visitante conversa sobre os assuntos da exposição”, afirmou.
José Armando também destacou a importância de museus que conseguem mesclar suas exposições com questões sociais atuais, como o Museu da abolição, que motiva os visitantes a debaterem sobre a cultura afrodescendente no Brasil. “ É importante fazer o visitante debater sobre o que estão aprendendo, é dessa maneira que conhecimento extrapola os limites do museu”, concluiu.
Museu da Abolição
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| O Museu da Abolição/ Créditos: Bianca Luna |
O museus trata, especialmente, de temas relativos às matrizes africanas e da luta pela igualdade e oportunidade dos negros no País. O lugar apresenta exposições de longa e curta duração. Segundo a diretora do museu, Maria Elizabeth, a importância do lugar vai além do cunho histórico. “O Sobrado é uma obra artística, com decoração que remete ao século XIX se utilizando de traços do neoclassicismo. O museu é completamente decorado com azulejos portugueses”, afirmou.
No espaço, ainda há um estúdio de música que fica a disposições de bandas que precisam ensaiar. O Laboratório de Experimentação Musical do Museu da Abolição (L.E.M.M.A) é cedido gratuitamente aos interessados. “As bandas podem marcar ensaios até duas vezes ao mês. Aqui não há distinção de estilos. Essa é mais uma preocupação do museu com a cultura”, conclue a diretora. O auditório também pode ser reservado para eventos.
O público do museu é formado, em sua maioria, por estudantes, em visitas agendadas pelas escolas, visitantes comuns, usuários do L.E.M.M.A e pessoas que utilizam o auditório. As maiores médias de público são registradas no mês de maio, por causa da comemoração da abolição da escravatura, no dia 13, e em de novembro, no dia 20, pelo dia da Consciência Negra. Desde o ano de 2010, o MAB abriga a "exposição em processo" para comemorar essa data.
Exposição em processo
No dia 20 de novembro de 2010, foi inaugurada a exposição em processo para celebrar o dia da Consciência Negra. O material apresentado foi produzido de maneira coletiva, envolvendo a participação de representantes de diversas instituições culturais e religiosas, técnicos de museus, professores, estudante e cidadãos em geral. Na época, o museu ainda não tinha ajuda governamental e a exposição foi feita em papelão.
O material está distribuído em seis salas. A exposição conta a história da África, explicando o processo de colonização no continente até os dias atuais. Os visitantes ainda aprendem sobre os elementos da cultura afro, como os trajes que são utilizados nos cultos de candomblé e assentamento (uma espécie de altar) para os orixás, por exemplo. Alguns nomes importantes da cultura também são homenageados, como o Mestre Luís de França, um dos responsáveis pelo maracatu Leão Coroado.
| Questionar é preciso Créditos: Bianca Luna |
A estudante de jornalismo, Devanyse Mendes, visitou o museu duas vezes e afirma que ficou feliz com as experiências. “Fui ao Museu da abolição com meus amigos e gostei bastante do que vi. O importante é que além de aprender sobre a África e a cultura negra, ainda somos motivados a debater. É a partir dessas conversas que muitos preconceitos são quebrados”.
| Escultura trazidas da África do Sul Créditos: Bianca Luna |
| Roupas usadas em cerimônias religiosas Créditos: Bianca Luna |
Serviço: Museu da Abolição
Endereço: Rua Benfinca, 1150 - Madalena Recife - PE
Telefone: 3228-3248
Horário de Visitação: Segunda a Sexta - 9h às 17h/ Sábado - 13h às 17h.
Entrada gratuita
"Equipe Olharecifense"
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Circuito da Poesia homenageia ícones da cultura pernambucana
A turismóloga,
Ida Lice Lyra, considera a cidade do Recife um lugar repleto de belíssimos
pontos turísticos, naturais e culturais, como as esculturas. Para Ida Lice o
Recife tem grande potencial no cenário turístico e deve investir cada vez mais
em seu passado de glória e seus personagens importantes para atrair as atenções
dos visitantes
As
esculturas estão estrategicamente localizadas em pontos que faziam parte do cotidiano
dos homenageados ou foram retratados em suas obras. João Cabral de Melo Neto,
autor de “Morte e Vida Severina”, foi imortalizado na rua da Aurora admirando o
Rio Capibaribe que tanto destacou em sua obra.
Para a
historiadora, Maria Júlia Vergeti, 52 anos, o circuito deveria estar
inserido no
calendário de passeios acadêmicos das escolas recifenses. “As
localizações dos homenageados
no circuito são muito significativas para história da cidade, o que
ressalta
ainda mais a sua importância”, declarou.
| Ascenco Ferreira no Cais da Alfândega Crédito: Bianca Luna |
| Escultura de João Cabral de Melo Neto na Rua da Aurora Crétido: Vanessa Oliveira |
Veja quem são os 12 homenageados e a localização de cada
escultura:
1 – Manuel
Bandeira (1886/1968) – Um dos precursores do movimento Modernista. A Escultura
está localizada na rua da Aurora
2 – João Cabral de Melo Neto (1920/1999) – Autor de “Morte e Vida Severina”. Sua escultura também está na rua da Aurora.
3 – Capiba (1904/1997) – Autor de vários frevos que tocam no carnaval do Recife. É homenageado na rua do Sol.
2 – João Cabral de Melo Neto (1920/1999) – Autor de “Morte e Vida Severina”. Sua escultura também está na rua da Aurora.
3 – Capiba (1904/1997) – Autor de vários frevos que tocam no carnaval do Recife. É homenageado na rua do Sol.
4 – Mauro Mota (1911/1984) – Jornalista, poeta e ensaísta. É imortalizado na Praça do Sebo, lugar de vendas de livros.
5 – Carlos Pena Filho (1928/1960) – Poeta, jornalista e advogado. Sua escultura está localizada Praça da Independência.
6 – Antônio Maria (1921/1964) – Compositor, poeta e cronistas. É homenageado na Rua do Bom Jesus.
7 – Chico Science (1966/1997) – Principal nome do manguebeat. A Rua da Moeda recebeu sua escultura.
8 – Ascenso Ferreira (1895/1965) - Poeta da primeira
geração do Modernismo. A escultura do poeta fica no Cais da Alfândega.
9 – Joaquim Cardozo (1897/1978) – Poeta e engenheiro civil. É homenageado na Ponte Maurício de Nassau.
10 – Solano Trindade (1908/1974)– Poeta, folclorista e pintor. Sua escultura está no Pátio de São Pedro.
11 – Luiz Gonzaga (1912/1989) – “O Rei do Baião”. Foi imortalizado na Praça Visconde de Mauá.
12 – Clarice Lispector (1920/1977) – Escritora ucraniana viveu parte da infância na cidade do Recife. Sua escultura foi colocada na Praça Maciel Pinheiro.
9 – Joaquim Cardozo (1897/1978) – Poeta e engenheiro civil. É homenageado na Ponte Maurício de Nassau.
10 – Solano Trindade (1908/1974)– Poeta, folclorista e pintor. Sua escultura está no Pátio de São Pedro.
11 – Luiz Gonzaga (1912/1989) – “O Rei do Baião”. Foi imortalizado na Praça Visconde de Mauá.
12 – Clarice Lispector (1920/1977) – Escritora ucraniana viveu parte da infância na cidade do Recife. Sua escultura foi colocada na Praça Maciel Pinheiro.
Entrevista
Turismo na capital pernambucana
Ida Lice Lyra Albuquerque, de 41
anos, é formada em turismo pelo SENAC, é casada e mãe de dois filhos. Ela
decidiu cursar turismo movida pela paixão de visitar lugares diferentes,
conhecer sobre sua história e formação durante o tempo. Na entrevista concedida
a equipe do Olharecifense ela fala sobre o turismo no Recife, ressaltando os
pontos positivos e os que precisam ser melhorados na cidade. A turismóloga
também falou sobre as possíveis ações que poderiam destacar cada vez mais o Recife
no cenário turístico nacional.
Equipe Olharecifense – Você considera o Recife uma capital rica em
pontos turísticos?
Ida Lice- Recife é riquíssima. São muito atrativos turísticos na cidade,
tanto naturais quanto culturais. Considero Pernambuco o berço do Brasil. Foi
aqui que muita coisa começou a dar certo lá no passado. O importante é que o estado
e a cidade guardam memórias materiais dessa história.
E.O- Os pontos turísticos da cidade do Recife estão bem
preservados?
Ida- Muitos pontos turísticos estão preservados. A maior
problemática está no entorno dos atrativos. As vias de acesso, em sua maioria,
estão em condições precárias, assim como a questão da iluminação pública e a
segurança.
E.O- Você percebe que há investimentos nessa área pela prefeitura?
Ida- Existem investimentos, mas a própria população não ajuda. Infelizmente
ainda nos deparamos com o vandalismo, pichação e depredação. A população ainda
não entendeu que o bem é comum e que o retorno financeiro que o turismo traz,
beneficia a todos.
E.O - Quais são os lugares mais visitados na cidade do recife?
Ida- Sem dúvida alguma, aqueles relacionados ao período holandês,
como: o Marco Zero, a Rua do Bom Jesus incluindo a sinagoga, a embaixada dos
bonecos gigantes, o museu a céu aberto, a Torre Malakoff; também temos os
fortes do Brum e das Cinco Pontas, o Museu Ricardo Brenand, a oficina de Francisco
Brenand e a Praça da República com todos os atrativos no entorno.
E.O - A prefeitura da cidade incentiva à visitação nesses locais?
Ida- Incentivo existe. Há inclusive um programa da prefeitura que
leva pessoas para conhecer pontos específicos da cidade sem custo algum. Todos
os sábados, à tarde, têm um roteiro diferente, com ônibus e guia especializado,
mas poucos sabem disso. O que me preocupa é que ainda estamos distante de
oferecer uma infraestrutura de qualidade ao turista.
E.O - Que atitudes em sua opinião poderiam tornar o Recife uma
cidade mais atrativa?
Ida L- Um trabalho difícil, mas essencial, é o de conscientização
da população com campanhas educativas nas diversas mídias. Não podemos esquecer
a capacitação para o setor de serviços, melhorando o atendimento. Outra
atitude importante é esclarecer às pessoas a respeito do papel do guia de
turismo, que infelizmente ainda é chamado de "guia turístico", que
são panfletos de propaganda. O guia de turismo é preparado para apresentar
o lugar as pessoas de forma prazerosa passando informações históricas e
culturais.
E.O - Quais os principais desafios de um turismólogo recifense?
Ida L- São muitos. Um deles é mudar a ideia que muitos visitantes
têm de que Recife é só praia e diversão; isso também faz parte, mas turismo
também é cultura e história. Numa viagem
é possível aprender a respeito do lugar, conhecer e respeitar os costumes das
pessoas que lá vivem.
Equipe "Olharecifense"
Moda Recifense
Recifenses apostam em roupas leves para enfrentar as altas temperaturas
A palavra moda pode ser interpretada de diversas maneiras, a definição tanto no dicionário como na internet fala que Moda é a tendência de consumo da atualidade. Acompanha o vestuário e o tempo, que se integra ao simples uso da roupa no dia a dia. É uma forma passageira e facilmente mutável de se comportar e sobretudo de se vestir, para a população recifense moda é usar aquilo que mais o convém.
O cenário da moda em Recife é composto pelo colorido e pelas roupas leves. Andando um pouco pelas ruas da cidade, é possível observar o estilo adotado pelos recifenses. Roupas de algodão com estilo confortável são as mais usadas pela população para enfrentar as altas temperaturas registradas na cidade. A sandália rasteira e as sapatilhas, fiéis amigas dos pés femininos, também têm lugar reservado no estilo recifense.
Para quem gosta de moda, mas não quer gastar muito a solução está nos camelódromos da cidade. "Seu José" trabalha no ramo há duas décadas e afirma que as roupas baratas e coloridas são vendidas com mais facilidade. "As pessoas que vêm comprar aqui gostam de pagar pouco para estar na moda. As peças mais chamativas não param nos manequins. Todo mundo pega, todo mundo leva". Na barraca de "Seu José" é possível encontrar roupas que variam de R$ 10 a R$ 70.
Equipe "Olharecifense"
| Barraca de "Seu José"/ Crédito: Bianca Luna |
| Vitrine ao ar livre/ Crédito: Bianca Luna |
| "Seu José"/ Crédito: Bianca Luna |
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Nosso Recife, Nosso Amor
Recife
é uma cidade maravilhosa. Sua cultura e sua história fazem de nós, recifenses,
um povo abençoado. A cultura nos permite mostrar ao mundo o que temos de melhor
como o frevo e o maracatu. Nosso passado nos permitiu crescer e construir uma
história de luta e superação. Quem nasce aqui enxerga a cidade de um jeito
diferente, encontra em tudo um motivo pra sorrir e ser feliz; vê a cidade
através de um olhar especial, um “Olhar recifense”.
Esse blog é mais que uma forma de atingir uma nota máxima (que queremos muito), é uma maneira de declarar o amor pela NOSSA CIDADE. Perdoem-nos aqueles que dizem que o Rio de Janeiro é a “Cidade Maravilhosa” e que não existe lugar no mundo mais bonito que Paris, a “Cidade Luz”. Perdoem-nos por não concordar com vocês. Para nós todas essas belezas estão em um único lugar, o Recife.
Queremos mostrar através do “Olharecinfense” um pouco do nosso lugar. A moda, os costumes... Tudo isso descrito por duas estudantes que sentem, à flor da pele, a vontade de fazer jornalismo. Nosso objetivo não é traçar um roteiro para um turista, mas, sim, mostrar a esse visitante o que ele vai encontrar em nossa terra.
Esse blog é mais que uma forma de atingir uma nota máxima (que queremos muito), é uma maneira de declarar o amor pela NOSSA CIDADE. Perdoem-nos aqueles que dizem que o Rio de Janeiro é a “Cidade Maravilhosa” e que não existe lugar no mundo mais bonito que Paris, a “Cidade Luz”. Perdoem-nos por não concordar com vocês. Para nós todas essas belezas estão em um único lugar, o Recife.
Queremos mostrar através do “Olharecinfense” um pouco do nosso lugar. A moda, os costumes... Tudo isso descrito por duas estudantes que sentem, à flor da pele, a vontade de fazer jornalismo. Nosso objetivo não é traçar um roteiro para um turista, mas, sim, mostrar a esse visitante o que ele vai encontrar em nossa terra.
Desejamos a todos, recifenses e não recifenses, uma boa leitura!
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